Financeiro, CRM e atendimento construídos do jeito exato da sua operação — por alguém do seu time, ou por mim.
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Exemplos ilustrativos dos sistemas construídos (dados fictícios).
É quando o seu processo se adapta à ferramenta, em vez de a ferramenta se adaptar ao seu processo. Você paga mensalidade por um jeito de trabalhar que nunca foi o seu — e a sua equipe compensa manualmente o que o software deveria fazer.
Toque nas que fazem parte do seu dia. Sem julgamento — você não escolheu operar assim, foi acumulando remendos até virar o normal.
Ferramenta genérica é feita para a média do mercado — e a sua empresa não é a média. Todo software de prateleira embute uma decisão que ninguém te contou: o processo dele vale mais que o seu.
Sistema próprio inverte isso. O software nasce do seu processo, fala a língua da sua operação e evolui na velocidade do negócio. Menos tempo no financeiro, menos erro humano, mais previsibilidade.
Nada de protótipo de demonstração: cada sistema nasce de um problema que hoje custa tempo, dinheiro ou controle.
Contas a pagar e receber, fluxo de caixa, DRE automático e conciliação.
Funil do seu jeito, follow-up automático e histórico completo por cliente.
Central de tickets, respostas com IA, prioridade e histórico unificado.
Estoque, pedidos e ordens de serviço — apenas os módulos que você usa.
Fluxo de produção, aprovações, prazos e responsáveis no seu processo.
Os números que importam, atualizados sozinhos, na palma da mão.
Os encontros dão direção; a construção acontece durante a semana. Quem executa termina com sistema — quem só assiste termina com informação.
Antes de qualquer tela: como a operação funciona de verdade. O gargalo número 1 vira o primeiro projeto.
Transformar rotina em fluxo, regras, dados e telas. Essa é a habilidade que a IA não substitui.
O mesmo fluxo que uso nos meus sistemas: especificar, gerar, testar e ajustar — sem precisar ser programador.
O sistema entra na operação real, o time adota, e você sai com o mapa dos próximos.
A diferença é uma só: quem constrói. Na mentoria, eu treino alguém do seu time — e a capacidade fica na empresa. Na consultoria, eu construo para você.
Para quem quer a capacidade dentro de casa
Eu treino você — ou alguém do seu time — para construir os sistemas internos da empresa usando IA, em seis semanas.
Para quem quer receber pronto, sem tirar ninguém da operação
Eu entro na sua empresa, mapeio onde a operação perde tempo e dinheiro, e construo eu mesmo os sistemas — implantados com o seu time.
escopo além do base é combinado no diagnóstico, antes de qualquer compromisso
Começar pela consultoriaNa dúvida? A conversa inicial serve exatamente para isso — a partir do seu gargalo, eu te digo qual formato faz sentido.
Sou Kaká Werncke — sócio da D.UM Propaganda, fundador da Attract e criador da metodologia PERCEBIDO. Nos últimos anos, construí sistemas internos para a minha própria operação e para clientes de segmentos completamente diferentes.
Aprendi na prática o que este mercado ainda não entendeu: o gargalo nunca é a tecnologia — é traduzir o processo do negócio em sistema.
Ferramenta qualquer um contrata. Entender onde a operação perde dinheiro e construir exatamente o que resolve é outra profissão. É essa profissão que eu ensino — e que também executo.
Não. A IA gera grande parte do código. O que eu ensino é o que ela não faz sozinha: mapear o processo, especificar o sistema certo, testar, corrigir e implantar. A habilidade central é entender o negócio.
Gambiarra é manter sete ferramentas coladas por planilha e memória. Um sistema próprio bem construído é mais simples: faz exatamente o que a operação precisa, com menos pontos de falha e sem recursos inúteis.
Esse é o objetivo. Você entra com um gargalo prioritário e constrói a primeira versão funcional ao longo das seis semanas. O escopo precisa ser realista: resolvemos um problema importante, não um ERP inteiro.
A infraestrutura nasce no seu CNPJ e no seu cartão — Supabase, hospedagem, domínio, APIs. Para uma operação típica, algo entre R$ 100 e R$ 400 por mês, contra os milhares que se paga em ferramenta alugada. Tudo detalhado antes de qualquer compromisso: o sistema é patrimônio seu, não meu.
Uma software house resolve um projeto e continua sendo necessária a cada ajuste. Na mentoria, você adquire a capacidade de construir e evoluir os próximos sistemas dentro da empresa. E na consultoria, o investimento é uma fração do orçamento de uma software house — com quem entende de operação, não só de código.
Curso ensina ferramenta. Eu ensino operação. A parte difícil não é gerar uma tela; é decidir o que construir, traduzir processo em fluxo e fazer o time adotar. Ferramenta muda. Esse método permanece.
Preencha do seu jeito e veja a mensagem pronta ao lado. Um toque e ela chega no meu WhatsApp. A conversa começa por diagnóstico, não por venda.
Você ainda revisa a mensagem no seu WhatsApp antes de enviar.
A única escolha é: no seu, ou no dos outros.
Começar a conversaSe o seu caso não for para isso, eu te digo na primeira conversa.